segunda-feira, 5 de maio de 2014

Bike inovadora de três rodas quer ser alternativa de transporte urbano

Uma “meia bicicleta” ou uma espécie de Segway movida “a feijão”? Com o objetivo de facilitar o transporte urbano e se integrar a ônibus e trens, a Half Bike é uma iniciativa da empresa Kolelinia e mais um dos geniais projetos apresentados no Kickstarter.

A bicicleta não tem selim nem guidão, mas a falta de conforto é compensada por sua praticidade e leveza – seu quadro é feito com alumínio. Para pedalar a Half Bike, você deve ficar em pé sobre os pedais e segurar no cano de apoio. Para facilitar o equilíbrio, a bike conta com três rodas: uma frontal e duas traseiras. Sem dúvidas é um modelo esquisito, mas fica fácil de levá-lo em um elevador e até mesmo dentro de ônibus, taxis e metrôs.

A Kolelinia busca arrecadar US$ 80 mil em fundos no Kickstarter para produzir a Halfbike. Ao contribuir com US$ 800, você garante uma unidade da bike. O preço não é nada acessível, mas a ideia sem dúvidas é boa e a Halfbike é muito prática!

Essa curiosa bicicleta pode ser usada para o transporte na cidade, lazer e até mesmo para a prática de manobras e em pistas de skate. (Fonte: Redação Hypeness)




Uma capa para celular que recarrega a bateria?


A bateria de um telefone celular foi recarregada simplesmente deixando-se o aparelho sobre o assento de um carro em movimento. Yanchao Mao, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, conseguiu o feito revestindo o celular com uma película capaz de gerar eletricidade das vibrações do carro.

O dispositivo é um tipo de equipamento já bastante conhecido - um nanogerador - que usa materiais piezoelétricos para transformar forças mecânicas em eletricidade. O diferencial é que o material desenvolvido por Mao mostrou-se extremamente prático, a um passo de ser incorporado, por exemplo, em uma capa para celular.

A equipe usou um polímero piezoelétrico comum, chamado fluoreto de polivinilideno, ou PVDF, mas o transformou em uma estrutura porosa, uma espécie de esponja. Os poros grandes, criados incorporando partículas no polímero e depois dissolvendo-as, tornam o material sensível às menores vibrações. E, mesmo sendo esponjoso, o material pode ser fatiado em películas muito finas, adequadas para revestir os aparelhos que ele pretende alimentar.

Eletrodos finos postos nos dois lados das películas esponjosas permitem que o "nanogerador polimérico mesoporoso" possa ser aplicado em qualquer superfície, mesmo irregulares ou curvas, incluindo a pele humana. "Acreditamos que este desenvolvimento pode ser a solução para a criação de aparelhos eletrônicos pessoais com autorrecarregamento," disse o professor Xudong Wang, cuja equipe já havia criado um nanogerador que gera eletricidade a partir da respiração. (Fonte: Inovação Tecnológica)