terça-feira, 17 de novembro de 2009

Estudo da Unifesp é destaque em encontro de Nefrologia nos EUA

Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) foi apresentado com destaque no Congresso Anual da Sociedade Americana de Nefrologia, realizado entre os dias 27 de outubro e 01 de novembro em San Diego, nos Estados Unidos. A pesquisa é referente ao monitoramento de nefropatia crônica do enxerto em pacientes submetidos a transplantes de rim e foi apresentada para cerca de 500 profissionais pelo Dr. Álvaro Pacheco e Silva Filho, Coordenador do Laboratório de Imunologia Clínica e Experimental em Nefrologia da Unifesp. O estudo vem sendo realizado há cerca de 20 anos na Unifesp e revelou que é possível identificar, por meio de exame laboratorial, a predisposição de pacientes transplantados renais desenvolverem fibrose no enxerto e, dessa forma, permitir a intervenção precoce para prevenir a rejeição crônica e perda do órgão. Fonte: Unifesp

Tecnologia brasileira captura moléculas de CO2 e gera produtos

Vejam só que legal: uma tecnologia de baixo custo, desenvolvida no Brasil, permite capturar moléculas de gás carbônico e, além de impedir que elas sejam lançadas na atmosfera pelas indústrias, transforma a poluição em potencial em insumos com valor de mercado! O dispositivo central da tecnologia tem a marca da simplicidade. Ele é formado por pequenas esferas cerâmicas, de cor branca e medindo menos de meio centímetro de diâmetro. Quando colocadas nos sistemas de exaustão das indústrias, essas esferas são capazes de absorver até 40% do dióxido de carbono (CO2) expelido pelas chaminés.
A tecnologia, desenvolvida na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já está sendo transferida para a iniciativa privada, para início de comercialização. Fonte: UFMG

domingo, 8 de novembro de 2009

Robô-pedreiro constrói muro artístico em Nova Iorque

Colocar os robôs para construírem casas parece ser uma alternativa interessante - pelo menos para os países mais desenvolvidos, onde a mão-de-obra na construção civil é um problema.
Em princípio, robôs-pedreiros poderiam construir casas mais rapidamente, de forma mais precisa e, eventualmente, as construções poderiam ficar mais baratas.
Projetos para isso não faltam. Desde um robô experimental capaz de construir uma casa em 24 horas, até visões mais futuristas, nas quais um robô construirá a primeira casa na Lua e até formigas robóticas para construir casas em Marte.
Mas os arquitetos Fabio Gramazio e Matthias Kohler, do Instituto de Tecnologia de Zurique, na Suíça, resolveram adotar uma abordagem mais espartana e mais artística. O seu robô-pedreiro é um robô industrial adaptado, montado sobre um contêiner de pequeno porte.
No compartimento metálico ficam todos os equipamentos necessários para o funcionamento do robô, incluindo o computador responsável por controlar as tarefas a serem executadas. A montagem no contêiner permite que o robô seja movimentado na obra com o auxílio de um caminhão.
Como nenhum dos tijolos está exatamente sobre outro, cria-se um efeito tridimensional. E como o muro apoia-se no chão em pontos alternados, o loop infinito ganha uma expressão dinâmica. O resultado é mais curioso do que prático. O robô está atualmente instalado na Pike Street, na Ilha de Manhattan, em Nova Iorque, construindo um "muro" - que poderia ser mais apropriadamente chamado de escultura - de tijolos de 4,5 metros de largura por 22 metros de comprimento.
A construção é uma espécie de loop infinito, no qual os tijolos são cuidadosamente colocados uns sobre os outros. Em vez de argamassa, uma cola de secagem rápida se incumbe de manter os tijolos no lugar. (Site Inovação Tecnológica)